.Shy Boy

Julho 26, 2009

I’m sittin’ in the window of a street cafe
Watchin’ you walking by each day
It seems that you always wanna look my way
Hey, you can’t deny, boy
You’re such a shy boy

So good looking you seem to be
But you’re too tongue-tied to say hi to me
You could make it happen so easily
Woah, I’ll tell you why boy
cos i’m looking for a shy boy

Most guys advertise
By making eyes and telling lies
If you only knew
You could make your dreams come true
All you gotta do is ask me to

If this was a quiz on a tv show
And the prize was a guy who would love me so
Whatever they ask, the answer i know
Hey, my reply boy
Is gimme a shy boy

Most guys advertise
By making eyes and telling lies
If you only knew
You could make your dreams come true
All you gotta do is ask me to

Some guys act a bit too sure
And maybe you’re thinkin’ that less is more
But honey, you still gotta knock on my door
Hey, just try boy
And you could be my boy

I’ll tell you why boy
Cuz I’m looking for a shy boy

Just try boy
You’re such a shy boy

Katie Melua

Dave Matthews Band

Shake Me Like a Monkey
Ants Marching
Don’t Drink the Water
Alligator Pie
Seven
Grace Is Gone
Lying In the Hands of God
Pantala Naga Pampa
Rapunzel
Funny The Way It Is
Spaceman
Corn Bread
#41
Why I Am
Crash (Into Me)
Two Step
- – - – - – - -
You Might Die Trying
Tripping Billies
- – - – - – - -
All Along The Watchtower

1º dia que consegui ir cedo e aproveitar ao máximo. Às 17h lá estava a ver X-Wife que se passou bem. Depois A Silent Film, que pelo que já tinha ouvido também me parecia que ia ser porreiro, e têm realmente um sonoridade agradável

Chris Cornell sinceramente não me disse muito. Nunca fui muito conhecedor das bandas em que ele participou, e estava mais à espera da Black Hole Sun e de algumas de Audioslave (que não tocaram). Achei porreiro, mas nada que me pusesse em êxtase… E tiveram algumas falhas no som que são sempre dispensáveis, colunas a ficar sem som não dá lá muito jeito em concertos desta dimensão…

Numa ‘rapidinha’ ainda fui ver Linda Martini. Gostei bastante, embora tivesse achado que o som podia estar melhor, e de só ter ouvido umas 4 músicas. Tenho que perder a preguiça e ir vê-los a solo.

Entretanto fui lá para a frente para começar a guardar lugar para DMB. Black Eyed Peas nem custou muito a passar, com o pessoal e a banda animados, e um operador de câmera muito entretido com o bumbum da Fergie.

E eis que tivemos DMB!

Que 2h30m espectaculares. A entrega do público foi uma coisa fenomenal. A banda estava muito divertida, principalmente o Dave, que delira por tudo e por nada o homem Portanto a interacção que houve foi mesmo do outro mundo. O som também foi dos melhores que assisti no festival, não me lembro de nenhuma falha. As 3 primeiras partiram tudo, principalmente a Don’t Drink the Water e as novas músicas resultam bastante bem, tirando a Spaceman que não me diz muito. A Lying In The Hands Of God foi muito especial, não sei bem dizer porquê foi das primeiras que adorei do álbum, e sem saber dizer muito bem porquê tocou-me imenso ao vivo. Outro dos principais momento claro foi a Two Step… ôohh ôoooohh ôoh Ficou a faltar uma Say Goodbye, Sister, ou Gravedigger, mas acho que não nos podemos queixar. Que voltem depressa =)

Placebo

Kitty Litter
Ashtray Heart
Battle For The Sun
For What It’s Worth
Soulmates
Follow The Cops Back Home
Every You Every Me
Special Needs
The Never-Ending Why
Meds
Come Undone
Special K
Song To Say Goodbye
- – - – - – - -
Infra-red
The Bitter End
Taste In Men

The Prodigy

World’s On Fire
Breathe
Omen
Their Law
Poison
Warrior’s Dance
Firestarter
Run With the Wolves
Voodoo People
Comanche
Omen Reprise
Invaders Must Die
Diesel Power
Smack My Bitch Up
Take Me to the Hospital
Out of Space

(não encontrei mais sets sorry)

Cheguei na altura de The Kooks. Não conhecia nada, e achei que se ouvia bem. Pena o vocalista com a pita aos saltos, e as respectivas fãs pitas a corresponder… Depois vi um bocado de Hadouken! que também curti sem conhecer nada.

Seguiu-se Blasted Mechanism. Tinha muita curiosidade para os vêr o vivo. Não que os oiça em álbum, mas sempre achei que ao vivo seria bem porreiro, e esteve dentro das minhas expectativas. Nada que me faça bradar aos céus, mas muito fixe de qualquer forma  =P

Placebo meh… As novas músicas não me entram, e as restantes são sempre as mesmas. Quase que parecia que estava a ver o mesmo concerto pela 3ª vez em 4 anos. A performance está lá, as músicas são fixes, mas já não me dizem tanto como há uns tempos… Passou-se bem ainda assim, prái na 5ª fila… =P

Seguiram-se os senhores The Prodigy, que me valeram umas quantas negras, e costas desfeitas, mas com um sorriso enorme no final É daquelas coisas que não oiço no meu dia-a-dia, mas que ao vivo resulta qualquer coisa de fantástico. Tirando algumas músicas em que os graves estavam incompreensivelmente altos, todo o concerto foi b-r-u-t-a-l.

Mastodon

Oblivion
The Wolf Is Loose
Crystal Skull
Blood and Thunder
The Czar
Crack The Skye
Iron Tusk
March of the Fire Ants

Lamb Of God

The Passing
In Your Words
Set To Fail
Walk With Me In Hell
Now You’ve Got Something To Die For
Ruin
Dead Seeds
Laid to Rest
Redneck
Black Label

Machine Head

Imperium
Ten Ton Hammer
Beautiful Mourning
Old
Struck A Nerve
Bulldozer
Halo
Davidian

Slipknot

742617000027
(sic)
Eyeless
Wait and Bleed
Before I Forget
Sulfur
Dead Memories
Disasterpiece
Psychosocial
Duality
People = Shit
Surfacing
Spit It Out

MetallicA

Blackened
For Whom The Bell Tolls
Holier Than Thou
Leper Messiah
Fade To Black
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
One
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
——-
Die, Die My Darling (Misfits cover)
Whiplash
Seek & Destroy

Cheguei por volta das 19h, vi Lamb of God de longe. Não me dizem muito nem sequer conheço decentemente, mas achei porreirito.
Depois Slipknot. Já lá vai o tempo em que os curtia assim à brava, mas ao vivo é sempre divertido. Achei 2004 melhor, mas foi fixe na mesma.

Para terminar o 1º dia em grande, claro, os senhores MetallicA!

Continuam a não me desiludir. A set foi espectacular, a entrega está sempre lá, e o público não deixa de ajudar. O som também estava bastante bom, comparado com os concertos anteriores…  A Blackened a abrir é o amor. A Bellz já é uma habitual mas esta acho que foi a minha versão preferida. A Holier Than Thou foi uma meia supresa, porque têm tocado só às vezes, mas ficou ali mesmo bem! A Leper Messiah funciona que nem ginjas. Fade to Black é um ‘daqueles momentos’…. Assim como a One e a Master. Pelo meio as novas, que curti imenso, embora continue a preferir o material antigo, e a Sad But True, que sinceramente já saía da setlist :p A Nothing é sempre bonita, mas também substituia, assim como a Sandman, mas enfim, são sempre bons momento. Destaque para a FFWF e a Whiplash que são autênticas boooooombas!  =D

Fazendo um rescaldo ao meu historial de concertos, uma vez que com 4 já dá para fazer algo do género, ponho este em nº 3. Apenas porque a setlist do SBSR foi a melhor para mim, e nada bate a emoção do 1º RiR, senão este estaria entre 1º e 2º. Voltei a ouvir 8 músicas ‘novas’ = que nunca tinha ouvido ao vivo (4 do novo álbum e 4 antigas), o que é sempre positivo =)

Foo_Fighters_-_One_by_One

1. All My Life
2. Low
3. Have It All
4. Times Like These
5. Disenchanted Lullaby
6. Tired Of You
7. Halo
8. Lonely As You
9. Overdrive
10. Burn Away
11. Come Back

Ano: 2002

Um dos meus álbuns preferidos aqui há uns anos. Quem gostar de rock n’ roll gosta disto, não há volta a dar =)

.Forgotten

Junho 24, 2009

Have your forgotten
All this beauty around you

All your worries
Could easily fade behind you

Who is pulling you back
With such strength?

I hear you calling

Your voice is bright
You hear me calling back

After fighting
You’re always right
You’re always right
And I tried

Who is pulling me back
With such strength?

I hear you calling

The Gathering

Fonte:

http://www.flickr.com/photos/vkrithinas/

1. In The Presence Of Enemies
2. Beyond This Life
3. Panic Attack
4. A Rite Of Passage
5. Hollow Years
6. Constant Motion
7. Erotomania
8. Voices
9. Solitary Shell
10. The Spirit Carries On
11. As I Am
Encore:
12. Metropolis Pt. / including Learning to Live & A Change of Seasons

O concerto no geral foi muito bom, com melhor som que no Porto embora algumas falhas ocasionais no som de alguns instrumentos (principalmente no teclado), e setlist decente, mas que podia ser melhor…

O concerto começou muito bem, gostei da In The Presence of Enemies Pt1, assim muito. Beyond this Life foi outro dos momentos, grande loucura por parte do público… Hollow years foi daquelas que sempre quis vêr ao vivo portanto adorei também. A sequência Erotomania/Voices/Solitary Shell é que trocava bem por outras, a que gostei mais ainda assim foi a Solitary Shell principalmente pela parte intermédia. Spirit Carries On é sempre aquela coisa, e a As I Am foi extraordinária, a que mais esperava também. O medley… preferia que tocassem a Metropolis completa, não se pusessem a inventar, e ainda tinham tempo para mais uma, mas foi fixe na mesma =P

mandylion

1. Strange Machines
2. Eléanor
3. In Motion # 1
4. Leaves
5. Fear the Sea
6. Mandylion
7. Sand and Mercury
8. In Motion # 2

Ano: 1995

Este álbum é tão único… representa o início e o fim de duas fases distintas na carreira de The Gathering. É o 1º álbum com a vocalista Anneke Van Giersbergen, e o último álbum que fizeram de metal (o Nightmare Birds já não me parece que se inclua nessa categoria, e os restantes nem se fala…). O álbum começa com as músicas mais pesadas, e aqui pesadas significa mais enérgicas, com um ritmo mais acelarado, porque em termos de ambiente pesado temo-lo mais à frente. Strange Machines começa com um riff simples, mas que dá o mote para uma música cheia de poder, com a voz da Anneke sempre lá em cima para variar… Segue-se a Eléanor que durante os primeiros minutos tem um tempo mais moderado, mas que vai progredindo para algo cada vez mais entusiasmante, com o pedal duplo da bateria a dividir a atenção com um som de teclado… diferente… lol algo que me faz lembrar áfrica e os aborigenes, e isto é algo que não acontece só neste som de teclado! A capa também denota isso, mas não sei até que ponto estas são influências assumidas ou não. In Motion #1 começa também com um som de teclado nestes moldes, numa música que se torna mais melódica e emocional, e onde cada verso é cantado de forma prolongada… até termos uma parte mais instrumental, com a guitarra a cantar em solo melodia atrás de melodia… até a voz voltar para ‘levantar’ a música, e acabarmos mais ou menos como começámos. Leaves, começa  em modo acústico,  e continua em jeito melódico, com um ritmo bem marcado e uma letra de que gosto muito. Mais uma vez temos pelo meio alguns solos, que embora seja muito simples criam todo a melodia que é precisa.

(…)although i don’t really know you
i don’t really carenow that you’re gone i don’t know
how to really feel inside
baring the hope to see you again
i guess i never willnow that i do really know you
yes, i really care!

Fear the Sea faz-nos regressar a um registo mais acelarado (embora nada aqui seja demasiado acelarado, afinal não estamos a falar de heavy/power/thrash =P). Agora que oiço isto mais no sentido de “análise”, reparo que as músicas têm estruturas muito semelhantes. Neste caso, por exemplo, voltamos a ter uma parte intermédia mais melódica com a guitarra e o teclado a assumirem um papel importante, para depois voltarmos a subir… Mas o mais engraçado é que ouvindo isto como quem ouve um álbum, sim, simplesmente isso, e  não a tentar ver onde é que estão os defeitos ou virtudes, não há nada que nos pareça mal, e embora quem não goste de uma, possa achar as outras repetitivas, quem gostar, vai sentir todas as diferenças dentro das semelhanças. Mandylion começa com com instrumento de sopro, voltamos para áfrica! lool ao qual se juntam uns tambores, jambés (?), efeitos de teclado, e a voz ao fundo, a criar um ambiente que gosto muito. É um bom instrumental (a voz que referi é só ooohh oooaaaahh’s  =P ) para nos preparar para a música seguinte, embora a transição seja algo estranha (só ouvindo é que se percebe). Sand and Mercury! Uma das minhas preferidas de The Gathering. Quase instrumental também, quase porque a música tem 10 minutos, e só se ouve a voz num trecho de 2/3 minutos mais para o fim. A música começa por intercalar períodos acusticos com compassos mais pesados, sempre com a guitarra em destaque, até certo ponto, onde o teclado assume mais importância com umas samples mais doom/góticas a dar peso à coisa… isto até ao ponto onde tudo pára. Apenas um tom ambiente, com alguns sons soltos, a guitarra muito ao fundo, até entrar a voz, e onde pelas poucas vezes podemos ouvi-la sem a parede de som a intrometer-se no caminho… é um dos momentos mais sentidos do álbum e que nos transporta para o final épico da música. E porque no fim desta música ficamos sem saber muito bem onde estamos, In motion # 2 traz-nos de volta ao álbum para um grande final também… =P mais uma grande letra mas não recomendada se tiverem em baixo por causa de uma relação que terminou mal! lool e é também daquelas em que mais gosto de ouvir voz.

Este é um álbum sem masturbação técnica, ou grandes produções, mas com todos os elementos para ser um dos meus preferidos. Uma voz espectacular, um ambiente pesado sem ser o cliché doom ou gótico, com momentos únicos, épicos, pesados, e melódicos. E quem não gostar é mariquinhas pé de salsa!

Deixo-vos aqui a Leaves, mas isto é muito injusto está a pôr aqui só uma música, oiçam o álbum!

“Dream Theater são uma das bandas mais importantes do heavy metal progressivo e possuem uma enorme legião de fãs um pouco por todo o mundo.

O concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no próximo dia 18 de Junho faz parte da nova digressão do grupo norte-americano, que até agora tem datas marcadas em países como Espanha, Israel, Inglaterra, Hungria, entre outros.

Conhecidos pela elevada qualidade técnica de cada um dos seus integrantes, têm vindo a ganhar vários prémios em revistas especializadas. Consequentemente são extremamente respeitados por grandes nomes do rock e metal, tendo inclusive colaborado com vários músicos prestigiados.
Para além disso, são conhecidos pela sua versatilidade em estilos musicais, o que tornou possível aos Dream Theater entrar em tournées com diversas bandas, tais como Frank Zappa, Deep Purple, Iron Maiden, Megadeth, Porcupine Tree e Pink Floyd.”

Vemo-nos lá =D

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1. I’m Jim Morrison I’m Dead
2. Batcat
3. Daphne And The Brain
4. Local Authority
5. Sun Smells Too Loud
6. Kings Meadow
7. I Love You I’m Going To Blow Up Your School
8. Scotland’s Shame
9. Thank You Space Expert
10. Precipice

Ano: 2008

Post-rock porreirito!